Vi este vídeo lá no Via6 no perfil do Cabianca. Ele falava algo sobre liderança. Eu queria usar o mesmo vídeo para falar um pouco de zonas de conforto. No vídeo a menina que canta o hino nacional americano acaba esquecendo parte da letra. Naturalmente as pessoas presentes começaram a vaiá-la. Se você estivesse presente, o que você faria para ajudar a garotinha? Provavelmente nada. Poucas pessoas teriam a coragem de enfrentar uma multidão e tentar resolver um problema de outra pessoa. Por que isso ocorre? A resposta mais simples seria porque não é problema meu. Pensando um pouco mais, eu diria que ninguém ousaria sair da sua zona de conforto para ajudar o próximo. Ainda bem que existiu uma pessoa que aceitou o risco e foi ajudar a menina. O vídeo é legal, pois no final, todos estão cantando o hino. Uma coisa que me agrada muito nos americanos é o espírito patriótico que eles possuem. Coisa que raramente se vê aqui na república das bananas.
Voltando à zona de conforto, para sair dela é necessária uma boa dose de risco e como todos sabemos as pessoas são aversas aos riscos. Preferimos sempre a segurança, o que quer isso signifique. Mas fora da zona de conforto é que estão as oportunidades. Ninguém nunca irá bater a sua porta para te oferecer um negócio da China.
Você sabe porque a nossa seleção de vôlei masculino é tantas vezes campeã? Simples. Porque o Bernardinho é mestre em criar zonas de desconforto para seus atletas. Uma vez ele disse em uma palestra que a cada título ganho, o treino da manhã era iniciado uma hora mais cedo. Criar zonas de desconforto na dose certa acaba por motivar a equipe. Esse desconforto mostra para a comissão técnica e para o atleta que já é campeão, o quanto ele está realmente disposto a ganhar o próximo título.
Entendeu agora porque é importante sair das zonas de conforto? Voltando ao nosso vídeo, quantas pessoas poderiam ter ido ajudar a menina, mas não foram por medo de arriscar. Talvez, para a maior parte das pessoas, a recompensa de aparecer nas televisões do mundo inteiro não valeria o risco de se expor às vaias. Tenho certeza que o técnico que foi ajudar a menina nem pensou nisso. Ele como líder de um time, foi lá resolver o problema. Saiu da sua zona de conforto e mostrou atitude ao tentar resolver um problema que não era dele.
Be wise.
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Você tem 3 minutos! Foi isso que o empreendedor Ricardo Bellino ouviu de Donald Trump quando ele finalmente conseguiu agendar uma reunião com o bilionário americano.
Impossível? Recebi um e-mail com alguns pensamentos sobre o impossível.
Há algum tempo tenho brincado de home broker. Não sou especialista no assunto, até porque sou um mero iniciante. Vez ou outra costumo escrever algo sobre a Bolsa de Valores. Como a minha sábia consciência diz que devo ter cuidado com o que escrevo sobre este tema, gostaria de sugerir um blog que possui mais embasamento.
É um blog iniciante (ok, como se o meu fosse muito antigo ), mas que tem tudo para dar certo. O único defeito dela é o mesmo que o meu. A falta de constância nos posts. Mas isso eu posso entender, afinal quem não vive do blog tem coisa mais importante a fazer.
Sem mais enrolação, a minha dica de blog sobre o mercado financeiro é o Mercado e Malagueta.
Be wise.
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Acabei de receber um e-mail com um link para um projeto de lei no Senado. Aí eu pensei: bom, deve ser alguma lei desonerando impostos, incentivando a competitividade, facilitando a contratação de funcionários, etc.
Não era não. É uma lei instituindo feriado nacional no dia da canonização do Frei Galvão. Pensei que era pegadinha, mas não é não. Mais um feriado para parar o país. Para deixar de girar a economia. Mas pra que trabalhar? Não somos um país rico onde todos tem uma condição de vida digna? Vamos viver de feriados….
Há tempos atrás a emenda 3 foi vetada pelo nosso querido Lullinha com o intuito de proteger o trabalhador. Proteger empresários ou empreendedores está fora de questão pelo rumo que as coisas andam tomando neste país. Afinal estas duas classes são representantes legítimas do capitalismo. Eu não ia comentar nada sobre isso, mas como o assunto voltou à tona ontem resolvi dar meu pitaco.
As leis trabalhistas como estão hoje são um retrocesso para empregadores. Só é bom para o trabalhador. E melhor ainda para o governo, que é praticamente um sócio da empresa tamanha a quantidade de impostos recolhidos. A emenda 3 nada mais é que tentar dar um pouco de oxigênio para as empresas que há muito estão sufocadas pela voracidade do leão.
Aí eu me pergunto. Se nós adoramos importar soluções prontas de outros países (vide sistema de cotas para negros), porque não importar o sistema trabalhista americano? Ou o sistema de impostos? Por que o sistema de cotas funciona no Brasil perfeitamente (estou sendo sarcástico) e o sistema tributário ou o sistema trabalhista americano não serve? Tem algo errado aí não?
Contratar e demitir tem que ser algo fácil e pouco oneroso. Eu mesmo poderia contratar várias pessoas, mas não o faço por causa dos encargos. Me recuso a ser explorado pelo governo mais do que já sou.
E o pior de tudo é que nós, capitalistas, não somos organizados como os vermelhinhos que adoram uma passeata, um protesto. Nós preferimos trabalhar e aumentar as riquezas do país. E na hora em que precisamos reivindicar nossos direitos não sabemos protestar.
Mais uma vez aqui serve o meu slogan para o governo: Brasil, um país de tolos!
Be wise.
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Esse feriado eu passei na praia. Resolvi ir numa rave que a tal da Analy (vou deixar sem link porque daqui a seis meses ninguém mais vai saber quem é esta pessoa. hehehe) ia tocar e porque tinha descolado um ingresso. Não gosto muito desse tipo de festa porque tem muita gente que toma bala ou doce. Sou do tempo em que bala e doce eram coisas vendidas somente por pessoas como o Roberto, mas como hoje em dia não da pra recusar uma injeção na testa grátis eu acabei indo. Durante a noite ocorreram duas situações que me fizeram pensar sobre como as pessoas deixam de ganhar dinheiro. Foram elas:
Na entrada uma fila gigante de carros. Até aí normal. Mas quando fui ver a fila ocorria porque estavam cobrando carro por carro na entrada. Se existisse dois ou três funcionários que percorressem a fila para cobrar, deixando assim apenas uma pessoa no portão para receber o ticket de estacionamento tenho certeza que a fila acabaria em uns 15 minutos.
Coisa parecida ocorreu no momento em que eu tentava me embriagar e por conseqüência tentava aumentar o nível de beleza (que por sinal era altíssimo) das mulheres na noite. Nas baladas em Santa Catarina o pessoal não gosta de usar consumação. Não me pergunte porque. Tudo deve ser pago no momento em que você pede algo. Enfim, nesta balada resolveram fazer vários caixas no melhor estilo parque de diversões. O único problema é que não foi dado o treinamento necessário aos caixas. O que se via então eram filas gigantescas nos caixas e os bares vazios.
É estranho como as pessoas gastam 3 ou 4 milhões para abrir uma casa noturna e justamente no momento em que o cliente vai abrir a carteira dificultam o processo. O mais difícil já foi feito. Eu escolhi aquela casa noturna para me divertir (a tomada de decisão pelo cliente já ocorreu). E no momento que o cliente resolve pagar por aquele bem ou serviço vem o fornecedor e dificulta tudo.
Lembre-se de colocar o mínimo de barreiras possíveis para que o seu cliente possa pagar pelo seu produto ou serviço. Essa é a última etapa da venda e deve ser a mais rápida e confortável possível para o cliente. O mais difícil, que é convencê-lo da venda, você já fez. Não estrague tudo no final.
Be wise.
PS: apesar dos pesares a noite foi muito boa
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Ano novo, metas novas O ano está terminando e como é natural, fiz um balanço dos meus objetivos traçados no início de 2007.
Após problemas técnicos (alguém tem aí pra vender ou doar um HD do toshiba satellite?) voltamos à nossa programação quase normal. Nesse feriado estava pensando sobre o Anti-Procrastination Day e em como eu estava enrolando novamente para voltar a bloggar com constância, mesmo com os reminders do Google Calendar.
Segunda-feira pós feriado e eu resolvo tomar vergonha na cara e escrever algo. Quando eu entro no dashborad do wordpress vejo que tem mais algum maluco linkando pra cá. É o Bender. Confesso que isso me deu mais estímulo para escrever, afinal meu plano para a dominação global está começando a funcionar. Agora para o plano dar certo só falta eu conseguir uma linha de financiamento a fundo perdido do BNDES e a cidadania canadense.
Falando sério, é sempre legal saber que alguém indica o seu blog sem interesse algum. Ainda mais se é alguém que eu costumo ler com freqüência.
Be wise.
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Eu até pensei em fazer alguma pegadinha com os leitores deste blog pelo dia primeiro de abril. Afinal isso está na moda. Tudo que o Google faz acaba ficando na moda. Mas acabei mudando de idéia e selecionando as brincadeiras de primeiro de abril que eu mais gostei. São elas: