Em bu$ca do primeiro milhão

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Evite as zonas de conforto

Escrito por wise_guy on Aug-31-2007

Vi este vídeo lá no Via6 no perfil do Cabianca. Ele falava algo sobre liderança. Eu queria usar o mesmo vídeo para falar um pouco de zonas de conforto. No vídeo a menina que canta o hino nacional americano acaba esquecendo parte da letra. Naturalmente as pessoas presentes começaram a vaiá-la. Se você estivesse presente, o que você faria para ajudar a garotinha? Provavelmente nada. Poucas pessoas teriam a coragem de enfrentar uma multidão e tentar resolver um problema de outra pessoa. Por que isso ocorre? A resposta mais simples seria porque não é problema meu. Pensando um pouco mais, eu diria que ninguém ousaria sair da sua zona de conforto para ajudar o próximo. Ainda bem que existiu uma pessoa que aceitou o risco e foi ajudar a menina. O vídeo é legal, pois no final, todos estão cantando o hino. Uma coisa que me agrada muito nos americanos é o espírito patriótico que eles possuem. Coisa que raramente se vê aqui na república das bananas.

Voltando à zona de conforto, para sair dela é necessária uma boa dose de risco e como todos sabemos as pessoas são aversas aos riscos. Preferimos sempre a segurança, o que quer isso signifique. Mas fora da zona de conforto é que estão as oportunidades. Ninguém nunca irá bater a sua porta para te oferecer um negócio da China.

Você sabe porque a nossa seleção de vôlei masculino é tantas vezes campeã? Simples. Porque o Bernardinho é mestre em criar zonas de desconforto para seus atletas. Uma vez ele disse em uma palestra que a cada título ganho, o treino da manhã era iniciado uma hora mais cedo. Criar zonas de desconforto na dose certa acaba por motivar a equipe. Esse desconforto mostra para a comissão técnica e para o atleta que já é campeão, o quanto ele está realmente disposto a ganhar o próximo título.

Entendeu agora porque é importante sair das zonas de conforto? Voltando ao nosso vídeo, quantas pessoas poderiam ter ido ajudar a menina, mas não foram por medo de arriscar. Talvez, para a maior parte das pessoas, a recompensa de aparecer nas televisões do mundo inteiro não valeria o risco de se expor às vaias. Tenho certeza que o técnico que foi ajudar a menina nem pensou nisso. Ele como líder de um time, foi lá resolver o problema. Saiu da sua zona de conforto e mostrou atitude ao tentar resolver um problema que não era dele.

Be wise.

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Mar
19

4 segundos para o fim

Escrito por wise_guy

Para quem gosta de futebol americano este vídeo é um prato cheio. O ano é 1982 e os times são Califórnia e Stanford. Stanford ganha por um ponto e faltam 4 segundos para acabar o jogo. O resto é história…

Be wise.

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21

Senso de oportunidade

Escrito por wise_guy

Para quem não sabe eu estou em uma viagem de negócios em Vitória no Espírito Santo. Meus objetivos aqui foram alcançados. E ainda por cima ganhei um bônus que vou dividir com vocês.

Tive a honra de conviver vários dias com uma pessoa que já conseguiu o primeiro milhão faz tempo. Na verdade ele já está na busca pelo primeiro bilhão. Tudo que ele toca acaba virando um sucesso. Isso nas mais variadas áreas e locais. Aço, madeira, transporte, alimentação, bebidas, habitação, enfim qualquer coisa. Ontem esta pessoa me chamou para conhecer parte da estrutura que ele tem na cidade. Eu fiquei impressionado com o gigantismo da operação. Ainda mais para quem iniciou a vida do zero. Sem um centavo no bolso.

O pessoal que conhece esta pessoa brinca que, quando ele era pequeno, ele já trocava uma fralda por duas chupetas. E eu acredito que seja verdade. :P Conversando com esta pessoa eu comecei a notar qual era a qualidade que ele possuía e que todos os outros não tem. Foi mais fácil do que eu imaginava. Senso de oportunidade! É isso que fez a diferença na vida dele. Em cada situação adversa que ele passou, ele sempre procurou pela oportunidade que esta situação trazia. Claro que só isso não basta. Ele trabalha umas 10 horas por dia, tem ótimos contatos, se auto-financia, entre outras coisas.

Outra coisa que eu perguntei a ele foi como ele começou. Perguntei se ele batia de porta em porta no início. Aí ele soltou uma gargalhada e disse: Eu não batia de porta em porta não. Eu metia os dois pés na porta com força total. Sem medo de errar. Aí está outra qualidade que o fez chegar onde ele está.

Eu sou muito sortudo por ter esta oportunidade de conviver com uma pessoa assim. Isso foi ótimo para recarregar as baterias e continuar em busca dos meus objetivos. Pessoas como esta que eu conheci são especiais. Elas tem um brilho que poucas vezes eu vi. É algo inerente e que ninguém pode ensinar. Alguns nascem com ele. Foi o caso aqui.

Dois pontos interessantes me chamaram muito a atenção. O primeiro é que ele possui um instituição para crianças abandonadas que ajuda umas 400 crianças por mês. Todo o dinheiro que a instituição recebe vem do bolso dele. E ele não faz propaganda alguma sobre ela. Poucos sabem que ela existe e quem é o seu mecena. A segunda é que ele não usa e nunca usou um computador. Aí você me pergunta como ele consegue controlar tudo sem um computador. Eu também não sei, mas que ele controla, ele controla.

Be wise.

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