Vi este vídeo lá no Via6 no perfil do Cabianca. Ele falava algo sobre liderança. Eu queria usar o mesmo vídeo para falar um pouco de zonas de conforto. No vídeo a menina que canta o hino nacional americano acaba esquecendo parte da letra. Naturalmente as pessoas presentes começaram a vaiá-la. Se você estivesse presente, o que você faria para ajudar a garotinha? Provavelmente nada. Poucas pessoas teriam a coragem de enfrentar uma multidão e tentar resolver um problema de outra pessoa. Por que isso ocorre? A resposta mais simples seria porque não é problema meu. Pensando um pouco mais, eu diria que ninguém ousaria sair da sua zona de conforto para ajudar o próximo. Ainda bem que existiu uma pessoa que aceitou o risco e foi ajudar a menina. O vídeo é legal, pois no final, todos estão cantando o hino. Uma coisa que me agrada muito nos americanos é o espírito patriótico que eles possuem. Coisa que raramente se vê aqui na república das bananas.
Voltando à zona de conforto, para sair dela é necessária uma boa dose de risco e como todos sabemos as pessoas são aversas aos riscos. Preferimos sempre a segurança, o que quer isso signifique. Mas fora da zona de conforto é que estão as oportunidades. Ninguém nunca irá bater a sua porta para te oferecer um negócio da China.
Você sabe porque a nossa seleção de vôlei masculino é tantas vezes campeã? Simples. Porque o Bernardinho é mestre em criar zonas de desconforto para seus atletas. Uma vez ele disse em uma palestra que a cada título ganho, o treino da manhã era iniciado uma hora mais cedo. Criar zonas de desconforto na dose certa acaba por motivar a equipe. Esse desconforto mostra para a comissão técnica e para o atleta que já é campeão, o quanto ele está realmente disposto a ganhar o próximo título.
Entendeu agora porque é importante sair das zonas de conforto? Voltando ao nosso vídeo, quantas pessoas poderiam ter ido ajudar a menina, mas não foram por medo de arriscar. Talvez, para a maior parte das pessoas, a recompensa de aparecer nas televisões do mundo inteiro não valeria o risco de se expor às vaias. Tenho certeza que o técnico que foi ajudar a menina nem pensou nisso. Ele como líder de um time, foi lá resolver o problema. Saiu da sua zona de conforto e mostrou atitude ao tentar resolver um problema que não era dele.
Be wise.
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Self made man Imagine que você foi adotado por uma família humilde quando pequeno.
Sempre trabalhei em grandes empresas, tanto brasileiras quanto multinacionais. Grandes corporações são pólos de atração de profissionais de altíssimo nível e, em geral, são terrenos férteis onde a capacidade de execução destes profissionais é colocada à prova quase que diariamente. Neste ambiente, aprende-se a trabalhar sob pressão, cumprir prazos, ser pró-ativo, gerenciar equipes, ser eficaz ao comunicar-se e tantas outras habilidades esperadas de um excelente profissional.
Por outro lado, falta alguma coisa e esta coisa, presumo, é a sensação de estar no comando. De ser o responsável pelas decisões e por suas conseqüências – sejam elas positivas ou não. É melhor arriscar e assumir o controle por suas decisões do que tentar culpar outra pessoa caso as coisas não ocorram como o esperado. Talvez seja esta a magia do empreendedorismo. E cabe a nós valorizar, incentivar, divulgar, promover todos aqueles que estão dispostos a correr estes riscos.
Sejam bem-vindos ao capitalismo!
Marcelo Cazado é Diretor Executivo da Floripa Angels, uma associação de investidores anjo com foco no estado de Santa Catarina. Nos últimos 15 anos participou de projetos envolvendo investimento, inovação, empreendedorismo e consultoria em grandes corporações.
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Self made man Imagine que você foi adotado por uma família humilde quando pequeno.
Ir até o fim. Uma questão de auto-confiança! Sabe quando você tem um sonho e ninguém acredita nele? Mas você tem certeza absoluta que nasceu com um dom especial e não importa o que as pessoas digam você segue em frente.
A vida não se acaba! "A vida não se acaba! Praias brancas virão! E "sóis" verdes nascerão.
Nas minhas buscas por aporte para os meus projetos acabei cruzando com o Marcelo Cazado, diretor da associação de investidores Floripa Angels. A associação tem o foco de investimento em empresas de tecnologia com ênfase em serviços de internet, softwares e sistemas digitais.
Conversa vai, conversa vem e eu fiz o convite ao Marcelo para escrever artigos para o Em bu$ca do primeiro milhão, afinal seria muito interessante ter aqui no blog a visão da pessoa que assina o cheque para investir em startups. Ele prontamente aceitou o desafio. Então a partir de hoje o Marcelo vai contribuir esporadicamente com artigos sob a ótica do investidor. Eu quero fazer um agradecimento público ao Marcelo, pois são poucos os investidores que estão dispostos a dividir seu tempo e as suas idéias.
Aos leitores do blog eu sugiro aproveitar ao máximo esta oportunidade de saber como pensa um investidor anjo. As perguntas e comentários realizados nos artigos do Marcelo serão respondidas assim que possível, pois isso irá depender da disponibilidade do nosso convidado.
Escrito por wise_guy e arquivado como English, Frases
“What we fear is not death. What we fear is that we have wasted life. In our darkest moments we are afraid that our highest calling will go unanswered.”
Faz tempo que eu estava querendo escrever algo sobre o David Neeleman. No livro que eu ando lendo ele é freqüentemente citado como um empreendedor de sucesso não só pelo case Jet Blue, mas por sua carreira como um todo.
Como um empreendedor que se preze vive de desafios, David se lançou em mais uma empreitada, mas desta vez no Brasil. Resolveu fundar uma companhia aérea low fare low cost nos moldes da JetBlue. Pelo menos é isso que ele promete no site oficial da companhia.
Ela ainda não tem nome. Inclusive em uma grande sacada de marketing serão os passageiros que irão escolher o nome. E a primeira pessoa que sugerir o nome vencedor irá ganhar um passe vitalício para voar pela companhia aérea com direito a acompanhante. Isso que eu chamo de marketing agressivo. Você pode participar através do site www.voceescolhe.com.br.
Eu estava a ler as perguntas freqüentes do site e acabei por encontrar citações interessantes.
Clientes e o serviço de bordo
O serviço será superior ao oferecido hoje no Brasil. Par começar, vamos oferecer mais espaço individual. Tanto em termos de distância entre fileiras (pitch) que terá 31 polegadas entre fileiras, duas a mais que a maior parte das aeronaves em serviço no Brasil. Além disso, no Embraer 195, o arranjo de poltronas dispostas 2 a 2 elimina o terrível assento do meio. E todas elas serão revestidas em couro ecológico. Nos snacks, vamos oferecer uma generosa gama de opções para os passageiros escolherem as que mais lhes agradem. Eles vão poder escolher os snacks em simpáticas cestas, que serão oferecidas pela nossas tripulações. Em nossa empresa o cliente sempre poderá fazer escolhas pessoais. Ele estará no comando das decisões.
Modelo de negócios
Vamos adotar princípios básicos em comum com a Jet Blue, porque eles são universais, não apenas norte-americanos. Vamos contratar pessoas com vocação genuína para servir aos clientes. Pessoas que GOSTEM mesmo de servir. Vamos reforçar essa cultura com treinamentos constantes e reclicagem intensiva. Vamos criar um ambiente de trabalho onde nossos colaboradores terão prazer em desempenhar suas funções, ajudando-se entre sí e aos clientes. Sabemos que a excelência de serviços é fundamental para o sucesso da companhia e, num ciclo virtuoso, para o sucesso de seus colaboradores.
Com o emprego de alta tecnologia em todas as areas do negócio, permitiremos o auto-atendimento. Tudo isso trará uma redução de custos, aumentando a eficiência e entregando um produto de alta qualidade. Igualmente, nosso foco operacional está baseado na busca de máxima segurança nas operações, tanto para nossos passageiros, clientes e nossos colaboradores no ar e em terra. A exemplo da Jetblue, nosso objetivo está em oferecer serviços de alta qualidade. É por esta razão que a JetBlue é escolhida, “Melhor Empresa Aérea Nos Estados Unidos” há 6 anos consecutivos.
Sobre a concorrência
Não estamos receosos. Nós respeitamos nossos concorrentes. É natural que estas duas empresas e as demais operadoras no Brasil tratem de defender suas participações de mercado, tão arduamente conquistadas.
Nossa estratégia será focada em aproveitar o tamanho menor de nossas aeronaves para oferecer ligações sem escalas em cidades que não contam com este tipo de serviço atualmente.
Nosso histórico mostra que soubemos competir no mercado mais disputado do planeta, os Estados Unidos, conquistando excelentes resultados para nossos acionistas, colaboradores e clientes.
Pretendemos ocupar nosso terreno de forma prudente e deliberada. Não vamos “comprar” nossa participação oferecendo indiscriminadamente tarifas baixíssimas, que no fim das contas levariam à uma inócua, desnecessária guerra de preços. Nós já entramos em batalhas assim e delas saímos vitoriosos. Nossa estratégia é competir com serviços de alta qualidade, baixos custos e segmentação eficiente de Mercado e de comunicação, trazendo de volta os passageiros que desistiram de voar. E também permitir a um número maior de brasileiros a possibilidade de adquirir passagens aéreas. Não estamos aqui para roubar fatias de um bolo; estamos aqui para fazer o bolo crescer. Temos certeza que isso vai acontecer, que nós vamos encontrar o nosso espaço através da estimulação de tráfego, muito mais do que dependendo de “roubar” passageiros de nossas concorrentes. Todos poderão voar e todas as companhias aéreas vão poder ganhar com isso.
Ainda sobre a competição
Nós não temos medo de competir, nós gostamos de competição. Nos saímos muito bem no mais competitivo mercado do mundo, nos Estados Unidos. Não temos medo de enfrentar essas batalhas. É a melhor maneira de se manter afiado, estimulado, focado no negócio. No Brasil, o surgimento da Gol forçou as empresas estabelecidas a reduzir seus custos (TAM) ou acabou provocando o fracasso de outras (Vasp, Varig e Transbrasil). O resultado é que hoje todas têm condições semelhantes de competir, com custos semelhantes. As novatas não conseguem trazer custos substantcialmente menores ao Mercado. De toda forma, nós amamos competir. Eu mesmo sou uma pessoa muito competitiva. E competição acirrada faz parte da aviação desde os seus primórdios. (Comentário meu: é ou não é o perfil de um grande empreendedor?)
Be wise.
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Você tem 3 minutos! Foi isso que o empreendedor Ricardo Bellino ouviu de Donald Trump quando ele finalmente conseguiu agendar uma reunião com o bilionário americano.
Vez ou outra somos confrontados com pessoas que realmente deixam marcas em nossas vidas. Parte destas marcas são deixadas por professores. Eu mesmo tenho alguns professores que me ensinaram lições para a vida toda. Infelizmente existem poucos com esta mentalidade. Este dias encontrei por acaso um blog que me indicou uma estória genial. Esta é a melhor parte de procurar blogs desconhecidos. Eu sempre acabo encontrando informações excelentes.
A estória é basicamente a seguinte. Um professor de economia encontrou uma maneira muito inteligente de fazer com que os alunos ficassem atentos às suas aulas. Ele contava uma mentira por aula. E a função dos alunos, além de aprender, era descobrir qual era esta mentira. Uma maneira simples e criativa de manter o foco dos pupilos. A estória completa você encontra aqui. Achei este site muito interessante, pois contém vários artigos sobre ciências cognitivas. Vale a pena ter em seu bookmark.
Be wise.
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Self made man Imagine que você foi adotado por uma família humilde quando pequeno.
A competição é aberta a estudantes de graduação, pós-graduação e empreendedores jovens que estão buscando uma oportunidade para apresentar seu empreendimento.
No site www.cepe.fgvsp.br/desafio encontram-se mais informações sobre a competição, além de conter o roteiro e links para ajudar as equipes a montarem um plano de negócio diferenciado.
O Desafio GV-Intel representa a chance que equipes têm de serem avaliadas e apresentar seus planos a gestores de fundos e investidores anjo atuantes no mercado nacional.
Se você está pensando em participar é bom correr, pois as inscrições se encerram no dia 28 de abril. Eu gostaria de ter participado de algo assim quando eu estava na faculdade. Esta é uma ótima oportunidade de testar e validar a sua idéia.
Se algum participante quiser contar como foi o evento é só entrar em contato que eu disponibilizo o espaço aqui no blog.
Be wise.
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Conheço muitas estórias de sucesso de empresas nascentes que deram certo e que hoje são exemplos para todo mundo. Mas e aquelas empresas que não deram certo? Onde foi que os empreendedores erraram?
Seria muito interessante se alguém que não conseguiu atingir o sucesso dividisse os seus erros conosco não? Foi exatamente isso que fez o pessoal do site My car pool station. Eles fracassaram basicamente porque ficaram sem dinheiro no meio do caminho. Literalmente. Mas esta não foi a única causa de seu insucesso. Outros fatores foram determinantes.
Pesquisa de mercado
A pesquisa de mercado realizada por eles não levou em conta inúmeros fatores. Eles usaram aquela incrível técnica do temos um mercado potencial de 200 milhões de pessoas. Se 2% comprarem nosso produto teremos 4 milhões de clientes. Isso multiplicado pelo preço do nosso produto irá nos gerar uma renda mensal de…
Relação produto/mercado
Eles tinham uma visão sobre o produto e seguiram aquela idéia até o fim. Não se preocuparam em verificar se o mercado tinha mudado ou não. Mais importante ainda, não perguntaram o que o consumidor queria.
Vendas
Vender para os early adopters é muito mais fácil que vender para grandes organizações. Faltou um plano detalhado para vender o produto a quem realmente tem dinheiro para isso. Eles desenvolveram uma solução, mas esqueceram como iriam chegar nos clientes que realmente importam.
Relacionamento com fornecedores
Mais uma vez eles esqueceram de entrar em contato com seus potenciais parceiros e fornecedores. Partiram logo para tentar conquistar o aporte de algum investidor.
Concorrência
No ramo de sites de caronas existiam na época mais de 80 soluções. Nenhuma delas conseguiu tração suficiente para abocanhar uma grande fatia do mercado. Até porque ele era um mercado inexistente. O ponto é: ninguém conseguiu até o momento fazer dinheiro com este tipo de modelo de negócios. Será que este é um nicho realmente rentável?
Experiência profissional
O projeto iniciou como a maioria das grandes idéias. Com a pretensão apenas de resolver um problema existente. Se a idéia é boa o suficiente para passar deste ponto, o próximo passo é tratar esta idéia como algo profissional. Não foi o que ocorreu. Além disso, ninguém na equipe era empreendedor 100% do tempo. Todos tinham algum trabalho e eram empreendedores part-time. Ou seja, ninguém mergulhou de cabeça no projeto.
Estratégia de crescimento
Eles não conseguiram encontrar uma estratégia que fosse sustentável. Como eles não sabiam quais eram as necessidades dos seus clientes, não sabiam para que lado correr.
Este é um excelente exemplo do que não deve ser feito. Você pode ler o artigo inteiro no blog do fundador da empresa. Quero agradecer pela coragem com que ele abordou o assunto e desejo boa sorte nas próximas tentativas.
Be wise.
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Déjà vu Não sei não, mas parece que eu já vi isso em .
Escrito por wise_guy e arquivado como Atitudes, Vídeo
Para quem gosta de futebol americano este vídeo é um prato cheio. O ano é 1982 e os times são Califórnia e Stanford. Stanford ganha por um ponto e faltam 4 segundos para acabar o jogo. O resto é história…
Be wise.
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Amanhã, dia 19 de março, ocorrerá o lançamento do Global Entrepreneurship Monitor em São Paulo. Ele é o maior estudo independente do mundo sobre a atividade empreendedora em diferentes países. Será possível assistir ao vivo a apresentação através do site da Endeavor. O início da transmissão será às 09:00.
Be wise.
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Semana passada participei de um evento muito interessante que ocorreu em São Paulo. Foi o US-Brazil Venture Capital and Entrepreneurship. Nele participaram delegações brasileiras e americanas.
Foi muito interessante ver como a indústria de Venture Capital e Private Equity tem caminhado a passos largos no Brasil. Fiz algumas anotações do que alguns painelistas disseram e que me marcaram de alguma forma.
Muito foi dito sobre educação empreendedora. O professor William Scott Green disse que criatividade e inovação são reflexos de uma boa educação. Isso parece meio óbvio, mas o que ele quis dizer é que a educação não se resume ao que se ensina na escola. A dita “cultura inútil” adquirida através dos anos é parte desta formação.
O professor José Augusto Correa abordou o tema de outra forma. Entre as suas frase mais marcantes eu destaco: “Empreendedorismo não se ensina, mas se aprende”. Concordo com a idéia e ainda adiciono que existe um componente genético no empreendedorismo. Acredite você ou não, mas parte da população tem predisposição genética para se tornar empreendedor. Claro que o meio é um forte fator de influencia. Outra fase dita por ele foi: “O empreendedor se liberta de paradigmas”. É o pensar fora da caixa; tornar possível o impossível.
A frase mais controversa veio do professor Paul Kedrosky da Stanford University e da Kauffman Foundation. Ele disse que, de acordo com estudos realizados nos EUA, pessoas que procuram cursos sobre empreendedorismo não são realmente empreendedoras. Isso só confirma o meu raciocínio de que empreendedorismo é algo inerente de cada pessoa. Ou é ou não é! A pessoa pode até tentar buscar algum conhecimento e a agir como os empreendedores, mas é algo que não é possível de ser aprendido em sua plenitude.
Outra pessoa que veio com sugestões interessantes foi a investidora anjo Kimberlie Cerrone. Ela foi uma das primeiras pessoas a aportar recursos em um site chamado Jerry’s Guide to the World Wide Web. Falou sobre como conseguir chegar a um VC. Basicamente ela tocou muito na tecla do relacionamento pessoal. De como a pessoa deve ficar conhecida por quem decide. Citou o exemplo do vale do silício onde apesar do pessoal ser concorrente, todos se conhecem. Nesta mesma linha o professor Paul Kedrosky citou o exemplo do Starbuck’s. Ele disse que o melhor local para se fazer negócios no sul da Califórnia são os Starbuck’s. Os empreendedores desta região usam estes cafés como verdadeiros escritórios.
O evento durou o dia todo e apesar de cansativo valeu muito a pena tanto na forma de contatos como em aprendizado. Eu espero que ocorram mais eventos com a mesma qualidade deste. Se você não teve a chance de participar pode ao menos baixar e ver as apresentações no site oficial do evento.